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Colombianos são presos acusados de complô anti-Chávez | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse que forças de segurança prenderam 56 paramilitares colombianos que planejavam matá-lo ou tirá-lo do poder. Chávez afirmou que os suspeitos, presos numa fazenda perto de Caracas, vinham sendo treinados pela oposição venezuelana. Os líderes oposicionistas negaram o seu envolvimento e disseram se tratar de um golpe publicitário do presidente. Segundo o governo, os mercenários teriam ligações com grupos cubanos anticastristas com base em Miami. 'Conspiração' O ministro da Defesa, Jorge Luis García Carneiro, declarou que "estava armada uma conspiração terrorista que vinha operando há 43 dias". Segundo ele, o acampamento paramilitar encontrado abrigava mais de 100 homens que "tinham planos de realizar grandes ataques contra guarnições militares". O presidente Chávez disse em seu programa semanal de rádio: "Demos um duro golpe contra o terrorismo e continuaremos dando". Ele acrescentou que "os grupos civis golpistas seguem fazendo jogadas, ativando mecanismos para continuar atuando contra o povo venezuelano". Dentro de poucas semanas, as autoridades na Venezuela decidirão se são válidas as assinaturas recolhidas pela oposição para realizar um referendo sobre a permanência de Chávez no governo. |
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