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EUA decidem adiar ataque à cidade sitiada de Falluja | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Depois de consultar o presidente George W. Bush, os militares americanos adiaram planos de uma ofensiva contra insurgentes iraquianos na cidade sitiada de Falluja, no Iraque. Em vez disso, sob um acordo fechado com negociadores locais, tropas americanas vão começar a fazer patrulhas com forças de segurança iraquianas na cidade nesta terça-feira. O correspondente da BBC em Washington afirma que o presidente parece ter avaliado que os riscos de um ataque eram muito grandes. O enviado especial da ONU ao Iraque, Lakhdar Brahimi, pediu que os americanos evitem isolar o que ele descreveu como uma população já irritada em Falluja. Armas Centenas de iraquianos foram mortos depois que tropas dos Estados Unidos atacaram a cidade no começo deste mês, em seguida ao assassinato de quatro guardas de segurança americanos. Autoridades americanas no Iraque disseram que seguidores do clérigo radical xiita Moqtada Al-Sadr estão estocando armas em mesquitas e escolas na cidade de Najaf, que está cercada por tropas americanas. Um porta-voz da coalizão liderada pelos Estados Unidos, Dan Senor, disse que está se desenvolvendo uma situação perigosa. Comandantes americanos afirmaram que sua intenção é matar ou capturar Al-Sadr. O clérigo tinha dito que seus seguidores vão realizar atentados suicidas se Najaf for atacada. |
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