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Índia vai às urnas na segunda fase de eleições gerais | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Eleitores indianos foram às urnas para a segunda fase das eleições gerais na Índia, onde cerca de 175 milhões de pessoas podem votar. As eleições desta segunda-feira cobriram muitos Estados importantes politicamente, incluindo Uttar Pradesh, no norte. A votação é realizada durante três semanas, para permitir a mobilização de uma grande operação que garanta a segurança dos eleitores. Mas houve mais violência na Caxemira, administrada pela Índia, no domingo, quando a presidente do principal partido do Estado escapou de uma tentativa de assassinato. Granada Uma granada foi jogada em Mehbooba Mufti, pouco depois de ela ter feito um discurso num comício. Ela escapou ilesa, mas uma pessoa morreu e várias ficaram feridas na explosão. Um segundo ataque com granada, em Srinagar, feriu 11 guarda-costas, de acordo com autoridades indianas. Cerca de 7 mil soldados foram mandados para a Caxemira para o período de eleições. Eles vão se juntar aos 10 mil que já estão lá. Em Uttar Pradesh, Sonia Ghandi, a líder do Congresso, o principal partido de oposição indiano, tenta se reeleger. Muçulmanos Uttar Pradesh é considerado o Estado mais importante da Índia, já que responde por 80% das 543 cadeiras do parlamento. Um terço do Estado votou nesta segunda-feira. Em Uttar Pradesh e em muitos dos outros 11 Estados que foram às urnas há uma minoria muçulmana importante. O correspondente da BBC afirma que o partido Bharatiya Janata, do primeiro-ministro Atal Behari Vajpayee, minimizou sua agenda hindu-nacionalista durante a campanha numa tentativa de ganhar votos de muçulmanos. O partido, que governa numa coalizão, tenta conseguir a maioria absoluta no parlamento. |
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