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Coréia do Norte mantém silêncio sobre acidente | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Coréia do Norte ainda não confirmou nem negou que tenha ocorrido um grave acidente de trem no país nesta quinta-feira, em que milhares de pessoas podem ter morrido e ficado feridas. O presidente interino da Coréia do Sul, Goh Kun, determinou que o país se prepare para enviar ajuda à Coréia do Norte se for confirmado o acidente, em que teria ocorrido uma grande explosão. Acredita-se que dois trens que levavam combustível colidiram na ferrovia ligando a capital norte-coreana, Pyongyang, à fronteira chinesa, destruindo a estação de trem da localidade de Ryongchon, a 50 km da fronteira com a China. O líder norte-coreano, Kim Jong-il, teria passado pelo local da explosão apenas horas antes do ocorrido, quando estava voltando a Pyongyang depois de uma visita à China. Erro Segundo analistas, erros cometidos no restabelecimento do serviço normal de trens na região depois da passagem do trem com o presidente podem ter contribuído para que o acidente ocorresse. A rede de televisão sul-coreana YTN anunciou que milhares de pessoas morreram ou ficaram feridas na explosão.
A emissora chegou a falar em um total de 3 mil vítimas, mas ainda não houve confirmação independente. De acordo com o correspondente da BBC em Seul, a agência de notícias sul-coreana Yonhap divulgou a informação de que a Coréia do Norte declarou estado de emergência e cortou todas as linhas telefônicas internacionais do país. A Yonhap informou também que o Ministério da Defesa da Coréia do Sul disse que a causa do incidente ainda não foi determinada. Ainda de acordo com as agências, pessoas que viajavam pela região dizem que a estação ficou totalmente destruída. |
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