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Universidades dos EUA 'perdem estudantes estrangeiros' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da Universidade de Harvard, uma das mais prestigiadas dos Estados Unidos, advertiu nesta quarta-feira que as rígidas regras de imigração adotadas nos Estados Unidos depois dos atentados de 11 de setembro de 2001 estão afastando estudantes brilhantes do país. Segundo Larry Summers, alguns dos melhores estudantes estrangeiros que poderiam estar indo para os Estados Unidos para avançar em seus estudos estão sendo desestimulados a fazê-lo por causa das regras. Ele escreveu uma carta ao Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos pedindo uma simplificação dos procedimentos de imigração. Do contrário, ele acha que a Universidade de Harvard corre o risco de perder alguns dos melhores “cérebros” do planeta para outras instituições na Europa ou Austrália. Cinco meses De acordo com o correspondente da BBC em Washington Jon Leyne, a reclamação de Summers ecoa uma preocupação comum de muitos líderes dos meios acadêmicos e empresariais americanos. O presidente da Universidade de Harvard disse que houve um declínio substancial no número de estudantes estrangeiros se candidatando para estudar na instituição nos últimos dois anos. Summer citou o exemplo de um estudante chinês, que teve que voar para seu país para participar de um funeral e foi obrigado a esperar cinco meses até ter autorização para voltar. Summers também disse que estudantes latino-americanos lhe disseram que, agora, não se sentem mais bem-vindos nos Estados Unidos. |
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