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Relatório detalha uso da internet por grupos extremistas | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A internet está sendo usada por grupos racistas e terroristas para levantar fundos, espalhar suas idéias e arregimentar novos recrutas, de acordo com o Centro Simon Wiesenthal, uma entidade judaica sediada nos Estados Unidos. O centro lançou um novo relatório sobre atividades de páginas na internet que seriam usadas para incitar o ódio racial e promover atividades terroristas. O estudo relata o uso de websites, por exemplo, em que os visitantes são convidados a atirar em imigrantes ilegais, judeus e negros. Um exemplo citado pelo centro é o de uma página sobre Martin Luther King que na verdade é mantido por uma organização racista e é usado para denegrir a memória do líder anti-segregacionista americano. Conscientização Há nove anos o Centro Simon Wiesenthal monitora as atividades de 4 mil websites usados por organizações extremistas. O mais recente relatório do centro afirma que a internet se tornou muito importante para os grupos extremistas e detalha as formas como eles usam a rede para divulgar suas idéias. Por exemplo, alguns grupos negam que tenha havido um holocausto de judeus na Segunda Guerra Mundial, enquanto outros dizem que Israel e os Estados Unidos são os verdadeiros responsáveis pelos ataques de 11 de setembro de 2001. Já os partidários de organizações militantes islâmicas, como a Al-Qaeda, estão utilizando os recursos da internet para recrutar novos membros e venerar os autores dos ataques contra Nova York e Washington. O centro afirma que seu objetivo não é causar o fechamento das páginas ou restringir a liberdade de expressão. "Isto é para conscientizar o público", disse Mark Weitzman, direto da Força-Tarefa contra o Ódio do centro, referindo-se ao estudo. |
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