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Aviões vão oferecer conexão de banda larga no ar | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Da próxima vez em que você embarcar em um avião, pode haver mais uma atividade para ajudar a passar o tempo, além dos filmes a bordo e da refeição: navegar na internet com a facilidade proporcionada pela banda larga. Testes com banda larga a bordo foram realizados no ano passado em alguns vôos da Lufthansa e da British Airways, e a conexão rápida se mostrou popular entre os passageiros. Agora, a companhia por trás da banda larga aérea, uma subsidiária da Boeing chamada Connexion by Boeing, deverá oferecer o serviço completo. A banda larga deve estrear em vôos da Lufthansa que partem da Alemanha no final do mês. Além de pertimir o acesso dos passageiros ao seu trabalho ou a seus familiares e amigos, o serviço também pode mudar a forma como comissários de bordo trabalham, permitindo, por exemplo, que os passageiros escolham e paguem os artigos de duty-free pela rede. "Estar acessível se torna cada vez mais importante para a produtividade, assim como a possibilidade de um passageiro manter um equilíbrio saudável entre seus compromissos de trabalho e obrigações familiares", disse Scott Carson, presidente da Connexion by Boeing. Segurança Depois dos ataques de 11 de Setembro nos Estados Unidos, a segurança em aeronaves é de importância primordial. Uma conexão de banda larga poderia permitir que webcams por controle remoto sejam colocadas a bordo para que tentativas de seqüestro possam ser monitoradas de terra. Acesso à internet a bordo poderia até mesmo permitir que passageiros reservem seus vôos de conexão sentados confortavelmente em suas poltronas. O serviço vai custar cerca de R$ 85 para vôos intercontinentais, R$ 58 para vôos de duração média e R$ 42 para vôos com menos de três horas de duração. A Boeing comprou tempo em satélites e estações de terra nos Estados Unidos, Japão e Europa. Isso dará cobertura a todas essas áreas. Há também planos para ampliar o serviço para rotas na Austrália, América do Sul e África do Sul no futuro. Usuários do serviço vão precisar trazer seu próprio laptop ou agenda eletrônica com wi-fi, embora algumas companhias aéreas também forneçam conexões Ethernet. |
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