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Argentina lança plano nacional de segurança | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da Argentina, Néstor Kirchner, apresentou nesta segunda-feira um plano nacional de segurança, que inclui medidas para combater os seqüestros e o tráfico de drogas. Foi a primeira aparição pública de Kirchner depois de ter deixado um hospital no sul do país, na semana passada, onde havia sido internado devido a uma hemorragia gástrica. Os detalhes do plano foram divulgados pelo ministro da Justiça, Gustavo Beliz – que anunciou, como parte do plano, que criará uma agência federal de investigações e segurança interna. De acordo com o jornal argentino Clarín, a nova agência vai agrupar todos as áreas de investigação relacionados ao crime organizado. Manifestação A cerimônia de lançamento do plano, na Casa Rosada, contou com a presença de vários governadores e ministros. Ainda segundo o Clarín, Beliz disse durante a cerimônia que serão contratados mais seis mil policiais federais, que “estarão à disposição de cada uma das províncias para reforças as medidas de segurança”. Além dessas propostas, o governo também deve pedir ao Congresso que aprove mudanças na Justiça, permitindo a realização de julgamentos com júris populares. A Argentina, especialmente a região da Grande Buenos Aires, vive uma onda de violência, que levou centenas de milhares de pessoas a realizar um protesto na capital argentina em dois de abril. A manifestação foi convocada pelo pai de um jovem que foi seqüestrado e morto pelos criminosos. Na ocasião, o pai, Juan Carlos Blumberg, pediu ao Parlamento que discutisse medidas para aumentar a segurança pública. |
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