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Espanha prende mais três suspeitos de ataques em Madri | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia espanhola anunciou as prisões de mais três suspeitos de participação nos atentados contra Madri, no último dia 11 de março. Todos marroquinos, os três teriam sido presos ao longo do fim de semana. Um deles, Fouad el Mourabit, já teria sido detido e solto duas vezes. Segundo a agência de notícias Associated Press, Mourabit teria sido indiciado por terrorismo após ser questionado pelo juiz Juan del Olmo, encarregado de liderar as investigações sobre os atentados. Mourabit, de 28 anos, seria próximo a Serhane Ben Abdelmajid Fakhet, conhecido como "Tunisiano" e tido como líder e coordenador dos ataques. Fakhet estava entre os sete suspeitos que se suicidaram, explodindo o apartamento em que estavam, há dez dias. Presos Os outros dois suspeitos, detidos no subúrbio de Parla, no sul de Madri, deverão ser interrogados pelo juiz del Olmo nesta quarta-feira. Outras três pessoas que foram presas no fim de semana foram liberadas em seguida pela polícia espanhola. Até o momento, 17 suspeitos de envolvimento nos ataques foram presos, sendo que 13 deles são marroquinos. Com as prisões do fim de semana, o governo espanhol diz que a maior parte dos suspeitos morreu ou está detida. O governo suspeita que o Grupo Combatente Islâmico Marroquino , que seria ligado à organização extremista Al-Qaeda, seja responsável pelos ataques contra os trens de Madri, que deixaram 191 mortos. O grupo também é culpado pelos ataques suicidas que mataram 43 pessoas em Casablanca, no Marrocos, em maio do ano passado. |
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