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Atualizado às: 02 de abril, 2004 - 10h58 GMT (06h58 Brasília)
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Otan admite sete países do Leste Europeu

Bandeiras dos países da Otan, na sede da aliança em Bruxelas
Cerimônia em Bruxelas marca a expansão da aliança militar
Uma cerimônia marcou nesta sexta-feira em Bruxelas a entrada de sete novos países para a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), aliança militar do Ocidente.

As bandeiras de Bulgária, Estônia, Letônia, Lituânia, Romênia, Eslováquia e Eslovênia foram hasteadas pela primeira vez na sede da organização, na capital belga.

Com a admissão desses integrantes do Leste Europeu, a Otan passa a contar com 26 membros.

A expansão foi marcada por vários problemas, tanto políticos quanto práticos como, por exemplo, achar espaço para abrigar sete novas delegações na sede da Otan, perto do aeroporto de Bruxelas.

Na entrada principal, não havia lugar para colocar mais sete mastros. Com isso, 26 novas bandeiras tiveram de ser dispostas à frente do principal portão do complexo.

Mapa redesenhado

Por vezes é fácil esquecer o acelerado ritmo de mudanças por que passou a Europa desde o final da Guerra Fria. O mapa estratégico do continente foi completamente redesenhado.

Aviões de combate F-16 da Bélgica agora patrulham o espaço aéreo dos países bálticos, num exemplo prático da cooperação nas operações de segurança entre os integrantes da organização.

Não faz tanto tempo assim que as repúblicas do Báltico (Lituânia, Letônia e Estônia) pertenciam à União Soviética.

Os novos membros entram para uma aliança que também tem passado por muitas mudanças.

As forças da Otan participam de missões de manutenção de paz nos Bálcãs. Há planos para uma expansão de sua atuação no Afeganistão e debates sobre o potencial papel da aliança no Iraque.

Há também, é claro, a crescente ameaça do terrorismo – navios da Otan têm aumentado suas operações de patrulha no Mediterrâneo.

As tensões existentes entre os países da aliança em razão da guerra do ano passado no Iraque diminuíram.

Mas ainda resta muito por fazer, como as mudanças necessárias para tornar mais ágeis as Forças Armadas dos integrantes europeus da Otan.

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