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Paquistão volta atrás e nega morte de espião da Al-Qaeda | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Paquistão voltou atrás na alegação de que um importante membro da organização Al-Qaeda teria sido morto na mais recente ofensiva contra suspeitos de pertencer ao grupo perto da fronteira com o Afeganistão. O general Shaukat Sultan, porta-voz oficial do Ministério da Defesa do Paquistão, disse nesta terça-feira que o combatente morto era um militante local, e não um chefe de espionagem da Al-Qaeda, como havia afirmado no dia anterior. As autoridades paquistanesas também afirmaram ter descoberto os corpos dos funcionários do governo que haviam sido raptados, junto com 12 soldados, no início da operação, há duas semanas. Os soldados foram liberados, mais de cem pessoas foram mortas e 163 suspeitos foram presos durante os 12 dias de ofensiva no distrito tribal de Waziristão do Sul. De acordo com os paquistaneses, 46 dos mortos eram soldados e 63 eram militantes rebeldes. Estrutura terrorista O Exército paquistanês afirma ter destruído uma "estrutura terrorista" durante a operação na região próxima à fronteira com o Afeganistão. "Esse estágio da operação está encerrado", disse o general Sultan. O porta-voz afirmou ainda que os "objetivos básicos" da ofensiva foram alcançados. No domingo, as tropas paquistanesas formaram um cordão de isolamento ao redor da área de combate das últimas semanas e parte dos soldados começou a se retirar da região. De acordo com Sultan, no entanto, as forças paquistanesas permanecerão nas áreas tribais até que a região esteja "limpa de militantes". Relatos indicam que o militante islâmico uzbeque Tahir Yuldashev, apontado como décimo líder na hierarquia da Al-Qaeda, foi ferido nos combates e permanece na região. |
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