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Tribunal rejeita anular eleição em Taiwan | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um tribunal em Taiwan rejeitou uma tentativa da oposição de anular as eleições presidenciais de sábado. Segundo decisão do tribunal, a vitória do presidente de Taiwan, Che Shui-bian, ainda "não foi oficialmente confirmada, então ela não pode ser contestada". O caso pode ser reapresentado assim que as autoridades responsáveis pela condução do pleito confirmarem o resultado, o que deve ocorrer provavelmente na sexta-feira. A decisão vem num momento em que os políticos tentam chegar a um acordo para permitir a recontagem dos votos. Deputados disseram que o Parlamento pode se reunir na sexta-feira para tentar modificar a lei, permitindo a recontagem em casos onde a diferença de votos entre os candidatos é muito pequena. A reforma legislativa proposta prevê a autorização de recontagem dos votos sempre que uma eleição terminar com uma diferença de menos de 1% entre os dois principais candidatos. A moção teria valor retroativo e, se aprovada, permitiria uma recontagem dos votos da última eleição. O presidente Chen foi reeleito com uma margem de apenas 0,2% dos votos horas depois de ter sido baleado. Seu oponente, Lien Chan, exigiu a recontagem dos votos. A oposição levantou suspeitas sobre o incidente e disse que houve muitas irregularidades na votação. Mas o presidente Chen afirma que a tetativa de assassinato foi verdadeira e rejeitou alegações de irregularidades. |
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