|
Zimbábue ameaça executar mais de 60 'mercenários' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Zimbábue informou que mais de 60 estrangeiros detidos no domingo pelo governo podem ser condenados à morte. O ministro das Relações Exteriores, Stan Mudenge, disse que eles podem ter que enfrentar "a punição máxima prevista nos nossos estatutos". Os estrangeiros seriam de Angola, da África do Sul e da Namíbia e foram presos depois que o avião deles foi capturado. Ainda não se sabe ao certo o que o grupo estava fazendo e para onde eles iriam. O ministro do Interior do Zimbábue, Kembo Mohadi, disse na segunda-feira que o avião transportava mercenários e "material militar". Rota Segundo a empresa proprietária do avião, a companhia britânica Logo Logistics Ltd., o destino do avião era a República Democrática do Congo, onde os homens trabalhariam na segurança de minas. O governo do Zimbábue teria dito que os detidos têm relação com um ex-soldado da tropa de elite do exército britânico SAS, com o governo americano e com um grupo de mercenários sul-africano. Há informações não confirmadas de que o destino do avião poderia ser a Guiné Equatorial, país onde a segurança tem se deteriorado nos últimos dias, após uma suposta tentativa de golpe de Estado. O ministro da Informação de Guiné Equatorial, Augustin Nse Nfumu, disse que o país prendeu 15 mercenários, grande parte vinda da África do Sul. O governo sul-africano emitiu um comunicado dizendo que qualquer cidadão do país envolvido em atividades mercenárias está violando a lei. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||