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Líbia 'deve começar a destruir armas químicas' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Líbia deve começar a destruir cerca de 3 mil bombas químicas inativas nesta sexta-feira, de acordo com a Opaq (Organizacão para a Proscrição de Armas Químicas). Inspetores da organização vão supervisionar o processo de destruição, que deve levar uma semana para ser concluído. Em dezembro de 2003, o governo da Líbia concordou em destruir e desmantelar todos os seus programas de armas químicas, biológicas e nucleares. A declaração aconteceu depois de nove meses de conversas secretas entre oficiais da Líbia, dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha. Acordo Inspetores nucleares da Agência Internacional de Energia Atômica da ONU (Organização das Nações Unidas), assim como agentes da Opaq, já começaram a trabalhar no país. A Opaq disse esperar receber, até o dia 5 de março, uma declaração completa das autoridades da Líbia sobre os estoques de armas químicas remanescentes. Com a declaração em mãos, novos planos de destruição serão elaborados. A Líbia mostrou a oficiais americanos uma significativa quantidade de gás mostarda produzida há dez anos, assim como outros produtos químicos e equipamentos que poderiam ser usados para a construção de armas. Nesta quinta-feira, funcionários da Casa Branca anunciaram que os Estados Unidos levantaram as restrições aos seus cidadãos que viajam para a Líbia. |
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