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Rumsfeld vê 'sinais encorajadores' no cerco a Bin Laden | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O secretário de Defesa americano, Donald Rumsfeld, disse em visita ao Afeganistão ver sinais "encorajadores e construtivos" nas operações para a captura de Osama Bin Laden. Rumsfeld se encontrou com o presidente afegão, Hamid Kazai, na capital Cabul. Rumsfeld reconheceu, no entanto, que “apenas chegar perto de capturar Osama Bin Laden não é o suficiente”. “Isso acontecerá quando tiver que acontecer. Acredito que o prenderemos em algum momento futuro”, disse o secretário de Defesa americano. Rumsfeld repetiu que a captura do fugitivo saudita permanece uma prioridade dos Estados Unidos, em um momento em que surgem relatos de que o círculo em torno dele estaria se fechando. O exército do Paquistão vem realizando operações intensivas na área fronteiriça junto ao Afeganistão, o que tem gerado elogios de comandantes americanos. Vice de Bin Laden O chefe do comando dos Estados Unidos no Afeganistão, general David Barno, disse que houve uma melhoria dramática nas operações da fronteira com o Paquistão. Acredita-se que Bin Laden e seus seguidores estariam se movimentando livremente pela região montanhosa, extensa e difícil de ser vigiada, para atacar os americanos no Afeganistão e buscar abrigo de volta no Paquistão. No início dessa semana, uma fita cassete, atribuída ao vice-comandante da organização de Bin Laden, o egípcio Ayman al-Zawahiri, negou que os americanos estejam fazendo progressos na região. Transmitida pela rede de televisão árabe independente Al-Jazeera, a fita rejeita a afirmação feita pelo presidente George W. Bush de que o Afeganistão seria um sucesso na “guerra ao terror.” “Afinal”, ele pergunta, “de onde estamos realizando os ataques contra suas forças e mandando as mensagens que revelam suas mentiras?” O correspondente da BBC em Cabul disse que a preocupação com a segurança permanece alta por todo o país, por causa de contínuos ataques de pessoas leais ao Talebã. Poucas horas antes da chegada de Rumsfeld, cinco pessoas que trabalhavam em serviços de ajuda humanitária no Afeganistão foram mortas ao norte de Cabul. |
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