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Bird adverte quanto a desperdício no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A preocupação com a segurança e o mau uso de recursos está limitando o nível de ajuda para a reconstrução do Iraque, segundo o Banco Mundial. O Iraque deve receber apenas US$ 500 milhões dos US$ 33 bilhões requisitados no ano passado antes do prazo americano de 30 de junho para a transferência de poder. John Speakman, um executivo do banco, disse à agência de notícias France Presse que o resto do dinheiro "teria que esperar". Ele alertou que o risco de que o dinheiro seja desperdiçado poderia prejudicar futuras reformas. Custo Os Emirados Árabes Unidos organizam uma conferência em nome do Banco Mundial, do FMI e de outras instituições, no dia 28 de fevereiro, em Dubai. A Câmara de Comércio de Dubai está organizando encontros entre grandes empresários, membros do governo interino do Iraque e o Banco Mundial para auxiliar empresas locais a concorrer por contratos de reconstrução. A meta do encontro é levantar os US$ 33 bilhões requisitados, em outubro do ano passado. Na época, as estimativas de custo para a reconstrução do país alcançavam US$ 54 bilhões. Privatização A maioria desse dinheiro, no entanto, vai ter que esperar até que o poder seja transferido, disse Speakman. O Banco Mundial também vai estabelecer regras de aquisições públicas para evitar corrupção. "Estamos falando de grandes somas de dinheiro", disse. "Existe um grande perigo de esse dinheiro ser desperdiçado ou gasto sem a transparência necessária." "Isso prejudicaria todas as tentativas futuras de reformar a economia iraquiana." A reforma das estatais iraquianas também vai ter que esperar pela transferência de poder no país, já que a Convenção de Genebra proíbe que forças de ocupação realizem grandes mudanças nessas áreas. |
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