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Taiwan quer zona desmilitarizada com a China | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente de Taiwan, Chen Shui-bian, fez um apelo para que seja estabelecida uma zona desmilitarizada entre a "ilha rebelde" e a China. Shui-bian disse que tropas militares e mísseis deveriam ser removidos da área como uma antecipação das negociações entre os dois lados. O presidente também pediu que Taiwan e China voltem a manter relações diplomáticas, cortadas desde 1949, quando a ilha se separou politicamente do governo chinês. A China insiste que Taiwan faz parte do seu território e várias vezes ameaçou tomá-la à força. Referendo Shui-bian não falou sobre onde seria localizada essa zona desmilitarizada, mas disse que ela "facilitaria as negociações". O governo chinês demonstrou irritação com os planos de Shui-bian de fazer um referendo no próximo mês para questionar as relações com a China e o sistema de defesa de Taiwan. O referendo está previsto para ocorrer em 20 de março. A China teme que esse movimento represente um passo em direção à declaração de independência de Taiwan. O governo chinês só aceita promover discussões se Taiwan reconhecer que faz parte do seu território. Shui-bian, no entanto, rejeitou tais pré-condições. O correspondente da BBC em Taiwan, Chris Hogg, afirmou que o presidente de Taiwan enfrenta uma batalha difícil para sua reeleição no mês que vem. Hogg diz que o presidente de Taiwan está sendo pressionado para se mostrar como um líder pragmático que pode lidar com o governo chinês. |
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