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Acordo divide as riquezas do petróleo do Sudão
O governo do Sudão e o principal grupo rebelde que controla o sul do país assinaram um acordo dividindo as riquezas provenientes do petróleo do país. A iniciativa facilitará a gestão da economia sudanesa. A assinatura do tratado, em cerimônia realizada no Quênia, é um passo rumo a um amplo acordo que poderia encerrar 20 anos de guerra civil. As duas partes, porém, ainda não entraram em acordo sobre como será a administração de três áreas disputadas e sobre como distribuir cargos no governo e no serviço público. Mediadores internacionais afirmam que um acordo final para terminar a guerra pode ser assinado dentro de semanas, até o fim de janeiro. Referendo Após dois anos de negociações, as duas partes decidiram estabelecer um governo interino, realizar um referendo sobre o direito do sul do país à administração autônoma e detalhes para preservar a segurança. Durante um período de seis anos a partir da data em que for assinado o acordo definitivo, o sul terá direito a uma administração autônoma. Diferentemente do norte muçulmano, o sul do Sudão tem uma população que segue práticas cristãs e animistas. No período transitório, haverá um sistema bancário islâmico no norte, enquanto o sul terá bancos nos moldes ocidentais. Uma nova moeda será criada também. O tratado sobre as riquezas do petróleo foi firmado pelo vice-presidente Ali Osman Taha e por John Garang, líder do Exército de Liberação do Povo do Sudão, movimento rebelde do sul. |
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