|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Brasileiro fará parte de comissão sobre armas de destruição
O brasileiro Marcos Azambuja foi convidado pessoalmente por Hans Blix a integrar uma nova comissão sobre armas de destruição em massa, que será presidida pelo ex-chefe dos inspetores da ONU. O ex-chefe dos inspetores de armas da ONU no Iraque anunciou nesta terça-feira em Estocolmo a criação da Comissão sobre Armas de Destruição em Massa, que visa apresentar propostas para reduzir a ameaça das armas químicas, biológicas e nucleares no mundo. Ex-embaixador do Brasil em Paris e Buenos Aires, Marcos Azambuja também presidiu a delegação brasileira para Assuntos de Desarmamento e Direitos Humanos em Genebra, entre 1990 e 1992. Ele será um dos 14 comissários da Comissão, que fará sua primeira reunião no inicio de 2004 na capital sueca. ''Minha meta é propor idéias e propostas construtivas e realistas que reduzam ao máximo o grande perigo representado pelas armas de destruição em massa'', disse Hans Blix. Patrocínio A comissão terá caráter totalmente independente, apesar de ser patrocinada pelo governo sueco. O trabalho dos comissários não vai envolver inspeções de armas. Os comissários trabalharão em colaboração com organismos internacionais, ONGs e institutos de pesquisa da paz, e realizarão diversos seminários e conferências a fim de dar novo ímpeto aos esforços para o desarmamento internacional. O relatório final da comissão será apresentado no final de 2005 ao secretario-geral da ONU, Kofi Annan, e aos governos do mundo inteiro. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||