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Representante britânico quer maior papel da ONU no Iraque
O principal representante da Grã-Bretanha no Iraque, Jeremy Greenstock, disse que gostaria de ver a ONU (Organização das Nações Unidas) completamente envolvida na transição política no Iraque, talvez até como líder das mudanças e da criação nova Constituição. Greenstock também disse que espera que a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) possa se envolver nessa transição, assumindo um papel de manter a paz no Iraque em 2004. A participação da Otan hoje é limitada a oferecer assistência técnica à missão de manutenção de paz liderada pela Polônia no Iraque. Mas as tropas da organização não estão diretamente presentes no país. Ele enfatizou que não será mesmo possível realizar eleições no Iraque antes de 2005 devido à falta de união entre os iraquianos e aos constantes ataques de violência que ainda ocorrem no país. Transição Greenstock, que deve se encontrar nesta segunda-feira em Nova York com o secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, disse que o ano de 2005 será crucial porque os iraquianos poderão julgar os trabalhos do pós-guerra como um sucesso ou um fracasso. Em declaração feita em Londres, ele disse que a atual administração no país, liderada pelos Estados Unidos, deve se desfazer no meio do ano de 2004, e um governo de transição ficaria responsável por todo o poder executivo no Iraque. Esse governo de transição seria escolhido por membros de uma assembléia. Esta, por sua vez, teria seus representantes escolhidos por uma série de encontros locais. Greenstock disse que a maneira como essa transição será feita está sendo trabalhada pelo Conselho de Governo interino do Iraque. |
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