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Atentado suicida mata seis pessoas em Moscou
Uma explosão perto da Praça Vermelha, em Moscou, deixou pelo menos seis mortos e 11 feridos, três deles em estado grave, de acordo com uma porta-voz da polícia russa. O ataque ocorreu na principal rua comercial da capital russa, a Tverskaya. A rua fica a apenas poucas centenas de metros do Kremlin. Em um discurso realizado pouco após o atentado, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse que "terroristas" estão ameaçando o desenvolvimento do país. Uma das hipóteses investigadas é a de que o alvo do atentado tenha sido o prédio do Parlmaneto russo, dois dias após aliados de Putin terem vencido as eleições parlamentares. O prefeito de Moscou, Yuri Luzhkov, afirmou que a explosão pode ter sido provocada por dois extremistas suicidas. De acordo com Luzhkov, o suposto suicida, acompanhado por um cúmplice, teria perguntado a pedestres a localização do Parlamento russo. Em seguida, a explosão atingiu o centro de Moscou. Durante os trabalhos de investigação nos escombros, uma segunda bomba foi encontrada no corpo de uma mulher. O explosivo foi detonado de maneira controlada por um robô utilizado pela polícia russa. Corpos A explosão desta terça-feira ocorreu fora do National Hotel, que fica em uma esquina oposta ao portão que leva à Praça Vermelha e ao Kremlin. Um correspondente da BBC em Moscou disse que a polícia isolou a área e levou ao local um robô para desarmamento de bombas, que examina o local para descobrir outros possíveis explosivos. Janelas saltaram dos prédios da Tverskaya e várias ambulâncias se dirigiram ao local. Uma testemunha disse à televisão estatal russa que ouviu uma enorme explosão pouco antes das 11h da manhã no horário local (6h no horário de Brasília). Um correspondente da Reuters afirmou ter visto a cabeça decapitada de uma mulher na calçada, perto de uma pasta. Imagens de televisão mostraram um corpo na frente do hotel, atrás de um carro destruído. O incidente desta terça-feira ocorre poucos dias depois de um ataque suicida em um trem no sul da Rússia que matou pelo menos 36 pessoas. Autoridades russas atribuíram a responsabilidade por esse ataque a rebeldes chechenos. |
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