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Autores de ataques buscavam dinheiro, dizem EUA
A emboscada contra tropas americanas na cidade iraquiana de Samarra foi uma tentativa dos responsáveis pelo ataque de se apossar de novas cédulas da moeda iraquiana, segundo os militares dos Estados Unidos. O coronel americano Fredrick Rudesheim disse que "foi um ataque coordenado a um comboio que transportava um montante significativo de dinheiro". Fontes militares americanas dizem que o número de iraquianos mortos pelas forças americanas nos combates de domingo subiu de 46 para 54. Moradores do centro da capital iraquiana, Bagdá, dizem que morreram no máximo oito ou nove pessoas. Anteriormente, testemunhas haviam dito que oito dos mortos eram civis, encurralados na pior batalha envolvendo as tropas dos Estados Unidos desde que foi declarado oficialmente o fim da guerra, no dia 1º de maio. Uniformes Os comandantes dos Estados Unidos haviam dito inicialmente que 46 pessoas haviam morrido e 18 haviam ficaram feridas. Depois eles disseram que houve mais mortes, sem explicar se tratavam-se de insurgentes ou civis. O tenente-coronel William MacDonald, um porta-voz militar americano, disse que as forças americanas responderam com artilharia de tanque quando foram atacadas por três vezes por militantes que vestiam uniformes dos Fedayeen, a antiga milícia de Saddam Hussein. Samarra fica no chamado "triângulo sunita", no norte de Bagdá, reduto dos iraquianos leais a Saddam. Em novembro, pelo menos 81 militares dos Estados Unidos, 17 da Itália e sete da Espanha foram mortos em ataques realizados no país ocupado. |
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