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Indianos terão remédios mais baratos para Aids
O governo da Índia anunciou um projeto para fornecer a preços mais baixos remédios para pacientes que portam o vírus HIV, causador da Aids. A ministra da Saúde, Sushma Swaraj, disse que mais de US$ 40 milhões (R$ 118 milhões) serão destinados a partir de abril do ano que vem para fazer os medicamentos chegarem aos hospitais públicos do país. Os remédios serão fornecidos por três grandes empresas farmacêuticas indianas que já vendem drogas anti-Aids a preços mais baixos para países africanos. Mais de 4,5 milhões de pessoas já foram diagnosticadas com Aids na Índia, um número inferior apenas ao da África do Sul. Conservadorismo A ONU estima que, em 2005, a Índia terá o maior número de soropositivos em todo o mundo. Segundo um correspondente da BBC na Índia, Navdip Dhariwal, campanhas de esclarecimento sobre a doença não surtiram até o momento o efeito desejado na muito conservadora sociedade indiana. Mas o governo tem estado sob pressão para fazer alguma coisa para que as pessoas que portam o HIV possam ter acesso a medicamentos que, a preços de mercado, estão muito além do poder de compra da maioria dos indianos. Segundo a ministra Swaraj, as empresas aceitaram vender os medicamentos a preços mais baixos em troca de incentivos à exportação de seus produtos. As empresas já participam de um projeto dirigido por uma entidade filantrópica criada pelo ex-presidente americano Bill Clinton. Por meio desta iniciativa, remédios para tratamento da Aids estão sendo fornecidos a preços mais acessíveis a países da África e do Caribe. |
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