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Atualizado às: 18 de novembro, 2003 - 14h38 GMT (12h38 Brasília)
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ONU lança apelo por US$ 3 bi para ajuda humanitária
Conflito no Congo fez com que milhares deixassem suas casas
Conflito no Congo fez com que milhares deixassem suas casas

As Nações Unidas estão pedindo aos países ricos que doem US$ 3 bilhões no ano que vem para salvar 45 milhões de vidas em áreas de crise.

O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, deve lançar o Apelo Humanitário de 2004 ainda nesta terça-feira.

O apelo tem como objetivo providenciar necessidades básicas dos famintos e doentes e proteger os que tiveram que deixar suas casas por causa de conflitos, especialmente crianças, mulheres e idosos.

A campanha - em nome das agências de ajuda em todo o mundo - exclui o Iraque e vai cobrir, principalmente, crises na África.

Responsabilidade

"Cerca de 45 milhões de civis estão lutando para sobreviver às perdas, danos e interrupções às suas vidas por causa das guerras, conflitos e desastres naturais do mundo", disse Annan.

"Eu sei que as nações ricas do mundo entendem a responsabilidade delas em ajudar os necessitados."

"Um mundo onde - em meio à crescente prosperidade global - milhões ainda vivem em condições desesperadas não vai ser um mundo em paz", completou.

A ONU declarou só ter recebido US$ 3,3 bilhões dos US$ 5,1 bilhões que precisa para o ano que vem.

Crises negligenciadas

Representantes da ONU disseram que cerca de 80 bilhões de pessoas vivem atualmente em áreas de crise.

Eles esperam que os doadores internacionais - que recentemente prometeram ajuda e empréstimos de US$ 33 bilhões para a reconstrução do Iraque - apóiem a campanha deste ano.

"Esperamos que o mundo possa ajudar além do que já foi prometido ao Iraque", disse à BBC o subsecretário-geral para Assuntos Humanitários da ONU, Jan Egeland.

O subsecretário disse que a quantia pedida representa "menos do que dois dias de gastos militares no mundo", mas cobriria quase todas as necessidades das agências de ajuda da ONU e de organizações não-governamentais.

A campanha deste ano cobre regiões como a Chechênia e repúblicas vizinhas (na Federação Russa); Coréia do Norte, República Democrática do Congo, territórios palestinos, Serra Leoa, Somália e Zimbábue.

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