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Atualizado às: 06 de novembro, 2003 - 10h39 GMT (08h39 Brasília)
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Começa julgamento de ex-ministros por genocídio em Ruanda
Caveiras encontradas em Ruanda após o massacre de 1994
Ministro comprava armas para as milícias com recursos do governo

Quatro ex-ministros de Ruanda estão sendo julgados pelo genocídio de cerca de 800 mil pessoas em 1994 no país.

Eles eram os ministros das Relações Exteriores, Saúde, Comércio e Casa Civil, respectivamente.

Os quatro homens são acusados de comandar milícias que sistematicamente assassinavam pessoas da etnia tutsi.

O julgamento ocorre no Tribunal Internacional Criminal para Ruanda, da Organização das Nações Unidas (ONU), na Tanzânia.

Inferno

O promotor de Justiça Paul Ng’Arua disse que os ministros transformaram a vida dos tutsis, que são maioria no país, em um inferno.

"Ele disse que mostraria que, por onde esses ministros passaram, atos de genocídio e displicência com a população tutsi os seguiram", um porta-voz afirmou.

Entre os réus está o ex-ministro da Saúde Casimir Bizimungu, um médico de 52 anos que foi preso no Quênia em 1999. Ele é acusado de viajar para o exterior com o objetivo de comprar armas para as milícias com recursos do governo.

Com gastos superiores a US$ 500 milhões e mais de 800 funcionários, o tribunal da ONU registrou apenas 12 condenações nos últimos nove anos.

O novo chefe da promotoria, Hassan Jallow, foi nomeado no início deste ano.

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