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ONU alerta para onda de estupro no Congo
Funcionários das Nações Unidas (ONU) que atuam na República Democrática do Congo dizem que milhares de vítimas de estupro estão buscando tratamento médico na parte leste do país, arrasado depois de cinco anos de guerra civil. Uma porta-voz da FAO, o programa da ONU para a alimentação, Christiane Berthiaume, disse que a organização nunca registrou tantos casos de estupro numa situação de conflito. Berthiaume disse que muitas das vítimas, incluindo meninas de cinco anos de idade e mulheres com mais de 80, estão recebendo tratamento para ferimentos internos graves. A FAO acrescentou ainda que muitas mulheres têm sido repetidamente estupradas, torturadas e feridas por armas de fogo. Tropas Estimativas indicam que entre 2,5 milhões e 3,2 milhões de pessoas foram mortas nos cinco anos de guerra civil no país. A guerra começou em 1998, quando Uganda e Ruanda mandaram tropas para apoiar rebeldes que tentavam expulsar o presidente Laurent Kabila. Kabila foi assassinado há dois anos. O conflito envolveu seis países africanos. |
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