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Napster lança nos EUA versão legal e paga
O Napster, o serviço pioneiro de troca de arquivos sonoros pela internet, volta a operar nesta quarta-feira, depois de dois anos longe dos internautas. Uma versão legalizada do serviço, rebatizada como Napster 2.0, está disponível aos consumidores nos Estados Unidos, que agora têm que pagar para baixar arquivos de música. O Napster original tinha 60 milhões de usuários, mas foi forçado a fechar quando gravadoras abriram processos por violação de direitos autorais. O 'novo' Napster 2.0 oferece faixas por US$ 0,99 (R$ 2,97) e álbuns por US$ 9,95 (R$ 29,95). Concorrentes Os fãs podem comprar uma música uma única vez ou fazer assinaturas mensais, que dão acesso a um acervo com 500 mil músicas. A empresa foi uma das primeiras a oferecer esse tipo de serviço na internet, mas agora tem diversos concorrentes, já que o setor de músicas online cresce rapidamente. A Apple lançou o seu iTunes Music Store nos Estados Unidos para usuários de Macintosh, mais tarde estendido a PCs. Em quatro dias, um milhão de usuários de PC baixaram o software, segundo o jornal New York Times. Outro concorrente é o Kazaa, um serviço licenciado que foi acusado de encorajar seus clientes a baixar músicas piratas. O Wippit.com, um rede de troca de arquivos baseada em Londres, anunciou na semana passada ter fechado um negócio para oferecer 100 mil faixas do catálogo da gravadora EMI. O Napster foi comprado no ano passado pela empresa de mídia digital Roxio, por US$ 5 milhões. O fundador do Napster, Shawn Fanning, tornou-se consultor da Roxio. A venda de músicas online deve crescer de 1% do mercado total de música para 12% em 2008, movimentando US$ 1,5 bilhão, segundo a empresa Jupiter Research. |
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