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Incêndios nos EUA e no México já mataram 17
Os incêndios que começaram no sul da Califórnia e já chegaram ao México já mataram 17 pessoas – duas delas em território mexicano. Segundo as autoridades americanas, algumas das vítimas teriam morrido porque não seguiram a orientação de deixar as suas casas. Cerca de 8 mil bombeiros estão combatendo dez focos de incêndio espalhados da cidade mexicana de Ensenanda aos subúrbios de Los Angeles. As autoridades acreditam que pelo menos um dos focos tenha sido criminoso. Outro teria sido iniciado por um foguete sinalizador disparado por um caçador perdido. Mais de 1,1 mil prédios foram destruídos nos Estados Unidos e dezenas de milhares de americanos tiveram de abandonar as suas casas, no que está sendo considerada a pior onda de incêndios em 50 anos na região. A área mais afetada é Cedar, perto de San Diego, onde 11 pessoas morreram e mais de 800 casas foram destruídas. Longo rastro Ventos quentes vindos do deserto estão alimentando o fogo, que já consumiu mais de 207 mil hectares – ou o equivalente a 207 mil campos de futebol. Na segunda-feira, o presidente George W. Bush decretou o sul da Califórnia área de desastre. Com isso, a região pode ter acesso a recursos especiais da União, entre eles, para abrigos de emergência e empréstimos a baixo custo para cobrir os prejuízos de perdas não seguradas. Calcula-se que o prejuízo das seguradoras pode atingir US$ 100 bilhões (cerca de US$ 290 bilhões). O presidente Bush classificou o incêndio de "devastador e perigoso" e prometeu toda a ajuda que o governo federal puder oferecer. Os desabrigados receberão ajuda em dinheiro vivo para encontrar abrigo temporário e reconstruir as suas casas. Distritos dos municípios de Los Angeles, San Bernardino, San Diego e Ventura declararam estado de emergência. A qualidade do ar está sendo descrita como "terrível" e as autoridades regionais estão recomendando as pessoas para que limitem ou suspendam atividades na rua. Rodovias interestaduais foram fechadas e redes de energia elétrica estão ameaçadas, levando as empresas do setor energético a pedir às pessoas que poupem energia. |
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