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Soldado israelense morre na fronteira com o Líbano
Um soldado israelense foi morto em confrontos na fronteira de Israel com o Líbano, afirmaram as autoridades israelenses. Segundo as autoridades, o soldado foi morto em um ataque a um posto de patrulha por militantes do grupo Hezbollah. O grupo, no entanto, nega o ataque. Pouco tempo depois do confronto, um menino libanês foi morto quando um míssil caiu em sua casa. De acordo com informações, o míssil teria como alvo o território israelense. As mortes agravam a tensão na região, depois que Israel bombardeou o que o país afirma ser um campo de treinamento de militantes palestinos na Síria. O ataque foi em resposta a um atentado a bomba em Haifa, que deixou 19 mortos no último sábado. Resolução A Síria nega que o alvo era um campo de treinamento de militantes palestinos e está pedindo à ONU (Organização das Nações Unidas) que classifique o ataque de Israel de "agressão militar". No entanto, o rascunho de uma resolução que condenaria Israel não foi votado pelo Conselho de Segurança da ONU. O presidente americano George W. Bush apoiou o direito de Israel se defender, mas pediu que o primeiro-ministro Ariel Sharon evite a escalada da violência na região. Sobre o soldado morto na fronteira, Israel afirma que os militantes do Hezbollah mataram o militar que patrulhava o local. Em seguida, Israel revidou. "A Síria é responsável pelo que está acontecendo aqui, por deixar grupos terroristas agirem livremente", disse o major isralense Benny Gantz. Mas o Hezbollah nega envolvimento no incidente enquanto que o governo do Líbano alega que a violência não foi iniciada por suas tropas. O menino libanês de quatro anos morreu no vilarejo de Houla nas primeiras horas desta terça-feira, mas ainda não está claro a origem da explosão que o matou. |
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