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EUA começam a retirar forças da Libéria
Os Estados Unidos começaram a retirar suas forças de paz da Libéria, segundo informações dos funcionários do ministério da Defesa americano. Dois navios de guerra já deixaram a Libéria, e um terceiro deverá partir em meados desta semana. Cerca de cem soldados americanos continuam na Libéria, a maioria perto da embaixada americana. Uma força de paz da ONU com cerca de 15 mil soldados deverá chegar ao país na quarta-feira. Compromissos Os soldados americanos foram enviados à Libéria em agosto para apoiar a força de paz liderada pela Nigéria que conseguiu restaurar a calma na capital Monróvia depois de meses de confrontos entre as forças do governo e os rebeldes. Por causa dos compromissos no Iraque e no Afeganistão, o presidente George W. Bush disse que as tropas americanas seriam retiradas até o dia 1º de outubro. Os navios de guerra americanos carregaram mais de 4 mil marinheiros e fuzileiros navais, mas a maioria deles nunca colocou os pés em terra. Dois dos navios – o USS Carter Hall e o USS Nashville – deixaram a costa liberiana no fim de semana. O terceiro – o USS Iwo Jima – deverá fazer o mesmo nos próximos dias. "Uma vez que a nossa missão era facilitar o trabalho da Ecomil (forças de paz da África Ocidental) em seus esforços para estabilizar a capital Monróvia e criar condições para que a ajuda humanitária pudesse ser reiniciada, nós podemos dizer que essa missão foi, em grande parte, alcançada", afirmou o porta-voz do Pentágono, o tenente Dan Hetlage. 'Incentivo' As forças de paz coordenadas pelos países da África Ocidental – cerca de 3,5 mil – irão se juntar à força da ONU, que será a maior do tipo já empregada no mundo. O correspondente da BBC na África Ocidental, Paul Welsh, que está em Monróvia, disse que os navios de guerra, as aeronaves e os equipamentos de vigilância americanos representaram uma ajuda real e também psicológica aos soldados da força regional. Mas ele afirma que muitos em Monróvia, inluindo a instituição de caridade Oxfam, acreditam que a retirada das forças americanas antes do emprego total da força da ONU coloca a paz em risco. |
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