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ELN diz que seqüestrou turistas na Colômbia
O segundo maior grupo guerrilheiro da Colômbia, o Exército de Libertação Nacional (ELN), reivindicou o seqüestro de oito turistas estrangeiros, dos quais sete ainda estão desaparecidos e supostamente nas mãos do grupo. O ELN reivindicou o seqüestro em uma declaração divulgada nesta segunda-feira no seu site na Internet, afirmando que ele foi conduzido em homenagem aos 30 anos da morte do presidente chileno Salvador Allende. Um dos seqüestrados, um rapaz britânico de 19 anos, conseguiu escapar e voltou à Grã-Bretanha na semana passada. O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, fez um apelo para que o grupo rebelde liberte os outros reféns. Eles foram seqüestrados no dia 12 de setembro enquanto faziam uma caminhada na selva em direção às ruínas da "Cidade Proibida", no litoral do Caribe colombiano. Inicialmente, órgãos de imprensa na Colômbia chegaram a atribuir o seqüestro ao maior grupo rebelde do país, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, mas as Farc rejeitaram a acusação. Texto da declaração "O Exército de Libertação Nacional da Colômbia se responsabiliza pela operação Allende Vive, no aniversário de 30 anos de sua morte. Na tal operação, foram retidos os estrangeiros na Serra Nevada", disse o grupo rebelde num comunicado. Os sete turistas seqüestrados são quatro israelenses, mais um britânico, um alemão e um espanhol. "Nós queremos expressar a nossa disposição em encontrar uma solução para essa operação", afirmou o grupo rebelde em sua declaração. O ELN, que tem inspiração cubana, condenou a operação do governo colombiano para tentar a libertação dos reféns. O grupo disse que vai responsabilizar o governo se algum refém ficar ferido ou morrer. |
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