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Exército de Israel faz operações na Faixa de Gaza
Soldados israelenses com o apoio de tanques mataram quatro militantes palestinos em incursões à cidade de Hebron, na Cisjordânia, e em um campo de refugiados, ao sul da Cidade de Gaza, nesta quinta-feira. As forças de segurança palestina confirmaram a morte de dois integrantes – dos grupos Hamas e Jihad Islâmica – na operação em Gaza. Na incursão a Hebron, outros dois membros da Jihad Islâmica teriam sido mortos e outro ferido gravemente. Os israelenses alegam que os seus soldados foram atacados a tiros no início das operações, que tinham como objetivo prender líderes dos grupos militantes palestinos. Vários israelenses também teriam sido feridos nos confrontos. Pilotos As últimas operações aconteceram no dia seguinte a 27 pilotos de helicóptero da Força Aérea de Israel divulgarem um documento em que se recusam a executar mais ataques nos territórios palestinos. Líderes militares israelenses condenaram a decisão. O governo israelense classifica essas operações de "mortes seletivas", mas palestinos e grupos de direitos humanos consideram-nas assassinatos, ressaltando que muitas vezes inocentes acabam entre as vítimas. Na declaração dos pilotos, eles dizem que se recusam a "atacar civis inocentes". "Nós, pilotos veteranos e da ativa, nos opomos a obedecer ordens de ataque ilegais e imorais do tipo que Israel executa nos territórios", diz a nota. O Exército de Israel realiza operações desse tipo à noite com freqüência na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, para tentar prender militantes acusados de envolvimento em ataques contra israelenses. Na semana passada, um integrante do Hamas foi morto durante um intenso tiroteio durante uma operação a outro campo de refugiados na Faixa de Gaza. |
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