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Marrocos condena francês à prisão perpétua por 'terrorismo'
Um tribunal de apelações do Marrocos determinou sentenças rigorosas a 33 pessoas acusadas de fazer parte de um grupo extremista islâmico que teria planejado ataques a empresas e locais turísticos no norte do país. Um francês, Pierre Robert, que seria o líder do grupo, foi condenado à prisão perpétua. Dois marroquinos também foram condenados à prisão perpétua, enquanto os outros 30 receberam penas de até 30 anos de cadeia. Um dos acusados foi absolvido. Robert alegou inocência em todas as acusações e disse ter sido torturado na prisão. Atentados O julgamento foi o caso mais importante envolvendo supostos militantes islâmicos presos depois das explosões em Casablanca, que mataram 45 pessoas. Um restaurante espanhol, o consulgado belga, um centro comunitário judaico, um cemitério judaico e um hotel foram os alvos dos ataques suicidas realizados em Casablanca. Em agosto, um tribunal do país condenou à morte quatro homens acusados de conexão com os ataques suicidas. Os quatro homens estavam entre os 87 acusados de integrar um grupo extremista islâmico que estaria operando clandestinamente, chamado Salafia Jihadia. As autoridades marroquinas acreditam que o Salafia Jihadia – que prega a violência contra alvos americanos e contra judeus no Marrocos – esteja ligado à organização Al-Qaeda do saudita Osama bin Laden. |
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