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Jornal diz que Brasil pode ser chamado a atuar no Iraque
Na edição desta quarta-feira do jornal argentino La Nación está a informação de que os Estados Unidos intensificaram suas consultas a vários países para ampliar a força multinacional para restaurar a ordem no Iraque. Entre esses países, diz o correspondente do La Nación em Washington, Jorge Rosales, estariam a Argentina, o Brasil e o Chile. Segundo o jornal, o governo argentino não quer dar o primeiro passo ou liderar uma cruzada regional para enviar tropas ao Iraque. O La Nación diz que Argentina, Chile e Brasil só estudariam a possibilidade de mandar soldados para o Golfo em uma missão respaldada pela ONU. Grã-Bretanha O The Guardian, da Grã-Bretanha, traz como manchete de primeira página "Retirada seria suicídio". O jornal diz que o primeiro-ministro britânico Tony Blair está preparando discurso para a convenção do partido e quer advertir críticos de que não haverá recuo nem de reformas nos serviços públicos, nem da ocupação no Iraque. O jornal traz fotos de várias áreas em que o governo tem lutado para defender suas políticas: educação, saúde, Iraque e pedidos de asilo político. A Argentina também é tema de editorial no jornal britânico Financial Times. O jornal elogia o presidente Nestor Kirchner, dizendo que ele fez progressos no país desde que assumiu o cargo, em maio. Mas destaca que foi necessário um acordo da Argentina com o Fundo Monetário Internacional - mesmo um que não seja muito bom. O editorial diz que, armado de um acordo com o Fundo, Kirchner terá força para orquestrar as alianças de que necessita. Segundo o FT, Kirchner precisa confrontar problemas difícieis. "Confusão sobre o compromisso do governo de respeitar o direito de propriedade vem levando a um declínio em investimentos, auemntando a vulnerabilidade externa da Argentina e minando seu crescimento potencial no longo-prazo". O jornal britânicoThe Times noticia que documentos cuja divulgação foi liberada em Moscou mostram que o ex-presidente soviético, Nikita Khrushchev, não não tinha uma imagem muito edificante do então presidente dos Estados Unidos, John Kennedy. Segundo o The Times, os documentos revelam que Khrushchev disse que Kennedy era "um menininho" que "não pode nem ficar de pé para o público americano nem liderá-lo". Minutas de encontros que discutiam a crise dos mísseis cubanos de 1962, reproduzem comentários de Khrushchev como: "O fato é que nós não queremos lançar uma guerra. Nós queremos assustar os Estados Unidos". "O trágico é que eles podem atacar e nós vamos revidar. Isso pode levar a uma enorme guerra", diz o líder soviético. Segundo o artigo do Times, Khrushchev sugeriu o uso de armas táticas e não estratégicas para assustar os Estados Unidos sem causar danos. Ele também sugeriu que Cuba poderia ser usada, no futuro, como base para atacar os Estados Unidos e insistiu que os soviéticos sairiam bem da crise. A crise, em outubro de 1962, se resolveu quando os soviéticos tiraram mísseis que haviam instalado na ilha. |
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