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Jornais europeus destacam fracasso em reunião da OMC
Dois assuntos dominam as manchetes dos jornais europeus nesta segunda-feira: a rejeição do euro pela Suécia e o aparente colapso das conversações na reunião da Organização Mundial do Comércio (OMC), na cidade mexicana de Cancún. Sobre a OMC, o jornal britânico The Independent diz que o fracasso nas conversações é um enorme constrangimento para os países ricos industrializados que esperavam que um acordo comercial multilateral fosse visto como uma reparação das relações com os países em desenvolvimento. O The Independent afirma ainda que, graças à dura negociação do G21, analistas acreditam que os dois blocos econômicos mais poderosos do mundo foram impedidos de passar por cima de mais de cem países em desenvolvimento, e que isso reforçou a reputação do Brasil, chamado de "voz de liderança no G21" e "país com o maior apoio democrático para um governo de esquerda no mundo". O Brasil também é tema de artigo no Financial Times, mas por causa do futebol. O jornal diz que os brasileiros estão desapontados com o impacto da globalização sobre o esporte. "Só neste ano, 53 jogadores da primeira divisão deixaram o país atrás de contratos em moeda forte", diz o Financial Times. Euro Sobre o euro, os jornais da Escandinávia dizem que o impacto do "não" no plebiscito de domingo sobre a política sueca será maior do que sobre o papel da Suécia na União Européia. O Aftenposten, da Noruéga, diz que o resultado na Suécia é um "protesto contra a elite" que traz lições para a Dinamarca e a Grã-Bretanha, que ainda não adotaram o euro. "É possível que o 'não' da Suécia aumente a oposição à moeda única nesses países", diz o jornal. "Apoio popular para projetos ambiciosos de cooperação internacional é importante e não é automático", concluiu o Aftenposten. |
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