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Juiz pede prisão e extradição de Bin Laden à Espanha
O juiz espanhol Baltasar Garzón acusou formalmente 35 homens, inclusive Osama Bin Laden e um jornalista da TV árabe Al-Jazeera, de envolvimento nos ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos. Garzón pediu à Interpol para prender Bin Laden, líder da rede Al-Qaeda, e extraditá-lo para a Espanha onde, segundo o juiz, teriam sido planejados os ataques de 11 de setembro. O paradeiro de Bin Laden ainda é desconhecido. O jornalista Tayseer Alouni, que entrevistou Bin Laden pouco depois de 11 de setembro, está entre 12 pessoas já detidas pelas autoridades espanholas. 'Base de doutrinação' Em um documento de 692 páginas, Garzón diz que a Espanha serviu "como um local ou base para repouso, preparação, doutrinação, apoio e financiamento" da Al-Qaeda. Também foi acusado Imad Eddim Barakat Yarkas, conhecido como Abu Dahdah, que as autoridades suspeitam que tenha liderado uma célula da Al-Qaeda na Espanha. Yarkas foi preso em novembro de 2001. Garzón tem a reputação de ser um juiz de altos princípios, tendo se envolvido em vários casos notórios nos útlimos anos. Entre os casos o mais famoso foi a campanha para a extradição do ex-ditador chileno Augusto Pinochet de Londres para a Espanha - onde Pinochet responderia pela acusação de violação dos direitos humanos. Garzón também pediu a extradição de 46 ex-oficiais do regime militare argentino (1976-83) em conexão com a morte de cidadãos espanhóis na Argentina durante esse período. |
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