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EUA reafirmam presença no Iraque até 'Constituição'
O secretário de Estado americano, Colin Powell, afirmou que os Estados Unidos não querem permanecer no Iraque nem um dia a mais do que o necessário, mas não vão deixar o país até que se estabeleça um novo governo e uma Constituição. Em sua primeira viagem ao Iraque desde a queda de Saddam Hussein, Powell disse novamente que os americanos chegaram ao país como "libertadores" e não como "ocupantes". O secretário chegou neste domingo a Bagdá e é o membro do governo americano de mais alto escalão a ir ao Iraque desde o conflito. Ele deverá se reunir com membros do conselho de governo apontado para administrar o país até a realização de eleições. Divergências Colin Powell, que estava em Genebra em uma reunião do Conselho de Segurança da ONU, afirmou que ainda existem divergências entre os membros da entidade que querem uma rápida transferência de poder para as mãos dos iraquianos. Mas Powell reforçou sua opinião contrária: "A pior coisa que pode acontecer é apressarmos esse processo, sem antes verificar que o Iraque é capaz de governar e que existem bases para a legitimação, e depois ver tudo falhar". Em sua chegada à capital iraquiana, Powell foi recebido por dezenas de soldados americanos, posou para fotografias e seguiu de helicóptero para o centro de Bagdá. Ele se encontrou com políticos e representantes da Autoridade Provisória da Coalizão, inclusive com o ministro interino do Exterior, Hoshyar Zebari. Depois do encontro, Powell disse que a segurança no país ainda é motivo para grandes preocupações. "A principal ameaça é a dos terroristas que estão tentando se infiltrar no país com o objetivo de atrapalhar esse processo tão esperançoso, e nós não vamos deixar que isso aconteça", afirmou o secretário. |
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