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Coréia do Norte volta atrás e diz que participa de jogos
A Coréia do Norte mudou de idéia e anunciou que participará dos Jogos Estudantis Mundiais, que ocorrerão de 21 a 31 de agosto em Seul. O anúncio ocorreu depois de o presidente da Coréia do Sul, Roh Moo-Hyun, ter expressado arrependimento por um manifestante ter queimado uma bandeira da Coréia do Norte e uma foto do presidente norte-coreano, Kim Jong-il, num protesto na capital sul-coreana, na semana passada. Moo-Hyun disse que a destruição da foto e da bandeira por ativistas havia sido "inapropriada" e "lamentável". O protesto em Seul fez com que a Coréia do Norte decidisse se retirar do jogos, organizados pela Coréia do Sul. Ambições nucleares O incidente ocorreu pouco antes das negociações entre seis países (Coréias do Norte e do Sul, Japão, China, Estados Unidos e Rússia) sobre as ambições nucleares de Pyongyang, em Pequim, na China, no dia 27 de agosto. As declarações conciliadoras de Moo-Hyun contrastam com comentários feitos recentemente pelo presidente dos Estados Unidos, George W. Bush. O presidente americano disse que o líder norte-coreano, Kim Jong-il, era um homem "perigoso" que gostava de "fazer ameaças". Pyongyang tem advertido que os Estados Unidos precisam mudar sua política "hostil" contra a Coréia do Norte se espera alcançar algum progresso nos encontros de Pequim. Incluída por Bush na lista de países que compõem o que chamou de "eixo do mal", a Coréia do Norte teme ser alvo de um ataque americano. O país tem repetido sua tradicional exigência de que Washington assine um pacto de não-agressão para superar o impasse a respeito do programa nuclear norte-coreano, que já dura cerca de dez meses. Diplomatas dos Estados Unidos e de seus aliados têm se encontrado para definir uma política comum para lidar com Pyongyang. |
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