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Justiça quer retirar novamente a imunidade de Pinochet
Um tribunal chileno determinou que o juiz Alejandro Madrid, da oitava Corte de Recursos de Santiago, estude a possibilidade de retirar a imunidade judicial de ex-presidente do general Augusto Pinochet. O objetivo é investigar o seqüestro e morte do químico Eugenio Berríos. A vítima trabalhava para a Direção de Inteligência Nacional (Dina), a polícia política de Pinochet, quando foi seqüestrado e encontrado morto em 1995, no Uruguai. Berríos desapareceu antes de testemunhar no processo sobre a morte do primeiro-ministro chileno Orlando Letelier, em 1976, em Washington. Doença Pinochet já perdeu uma vez sua imunidade de ex-presidente para enfrentar as acusações de ser o mandante de uma série de assassinatos e desaparecimentos de presos políticos nos primeiros anos de seu regime (1973-90). Mas conseguiu sair imune do processo por sofrer de uma doença neurológica chamada "demência cortical". Pablo Rodríguez, advogado de Pinochet, disse o o general está sendo vítima de uma perseguição política. "Eu não ignoro que tem juízes e tribunais que tem o objetivo de ferir e prejudicar o general Pinochet, e isso, por razões políticas". O nome de Pinochet foi vinculado ao caso Berríos após dois guarda-costas do ex-líder do regime militar chileno terem sido presos, acusados de participação no crime. |
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