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Parentes de vítimas do regime chileno criticam generais
Os familiares de pessoas que foram vítimas do regime militar no Chile durante o governo do general Augusto Pinochet consideraram insuficientes as declarações feitas por um grupo de generais sobre a prática de exumações ilegais no país. Oito generais da reserva, incluindo alguns que foram membros da junta militar liderada por Pinochet, reconheceram nesta semana que valas comuns foram abertas para remover os cadáveres. Essa foi a primeira vez que membros da junta militar de Pinochet romperam seu silêncio sobre as violações dos direitos humanos ocorridas durante o regime. Segundo representantes dos familiares das vítimas, as revelações feitas pelos generais não apresentam informações suficientes sobre o que realmente aconteceu com a vítimas do regime militar. Investigação A revelação dos generais condenaram as exumações ilegais, dizendo que elas foram incompatíveis com a conduta de oficiais militares, e pediram perdão ao povo chileno. Na semana passada, um juiz chileno iniciou os trâmites legais para investigar e julgar cinco membros do Exército acusados de exumar corpos ilegalmente. Os corpos em questão, nesse julgamento, eram de pessoas que morreram no palácio presidencial de La Moneda quando houve o golpe militar de 1973, em que o presidente Salvador Allende foi deposto. Durante o regime militar no Chile, de 1979 a 1990, mais de 3 mil pessoas morreram e mais de mil pessoas ficaram desaparecidas. |
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