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Polônia admite interesse em petróleo iraquiano
Um representante do governo da Polônia, país que deu apoio à ofensiva liderada pelos Estados Unidos no Iraque, admitiu o fato de que o país está interessado em ter acesso ao petróleo iraquiano. O ministro do Exterior polonês, Wlodzimierz Cimoszewicz, disse nesta quinta-feira que seu país nunca escondeu o desejo de que empresas polonesas tenham, finalmente, acesso a fontes desse produto. O chanceler disse também que o acesso do país aos campos de petróleo é o objetivo mais importante da Polônia. Ele fez a declaração durante a cerimônia de assinatura de um contrato entre empresas polonesas e uma empresa americana, relativo aos trabalhos de reconstrução da indústria petrolífera iraquiana. Cheney A empresa americana, a Kellogg, Brown and Root, é uma subsidiária da empreiteira Halliburton, que foi dirigida pelo vice-presidente americano, Dick Cheney, de 1995 até 2000. Segundo a agência de notícias Associated Press, um grupo de mais de 20 companhias polonesas, liderado pela empresa estatal Nafta Polska Oil, formou uma joint venture com a Kellogg, Brown and Root. Associadas, as empresas pretendem buscar mais contratos de reconstrução no Iraque. Ainda de acordo com a agência Associated Press, a empresa americana já fechou um contrato de cerca de US$ 184 milhões para consertar e operar poços de petróleo no país, e é a principal fornecedora de serviços de apoio às tropas do Exército americano que estão no país. Administração polonesa A Polônia irá controlar uma das zonas administrativas que estão sendo criadas na Iraque pela administração interina, liderada pelos americanos. Cerca de 250 soldados poloneses viajaram para o Kuwait nesta quarta-feira, a fim de iniciar os preparativos para a formação de uma força de paz que irá operar no Iraque central. Os poloneses vão assumir a liderança de um grupo que será formado por mais de 9 mil soldados de 15 diferentes países, incluindo 2,3 mil poloneses. O setor administrativo sob controle da Polônia irá ficar entre os setores administrados, respectivamente, pelos Estados Unidos e pela Grã-Bretanha. |
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