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Atualizado em: 11 de julho, 2003 - 05h00 GMT (02h00 Brasília)
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EUA podem ficar anos no Iraque, diz general
General Tommy Franks
Franks disse que número de soldados americanos deve ser mantido até 2004

Soldados americanos podem ter que continuar no Iraque daqui a até quatro anos, segundo depoimento do ex-comandante da guerra a uma comissão do Congresso dos Estados Unidos preocupada com os recentes ataques aos militares.

O general Tommy Franks fez sua previsão sombria ao mesmo tempo em que o presidente George W. Bush admitia que "há um problema de segurança" no Iraque.

Aconteceu também no mesmo dia em que o Senado americano expressou sua preocupação ao votar unanimemente a favor de que o governo Bush peça ajuda à Otan (aliança militar ocidental) e às Nações Unidas no Iraque.

Segundo o autor da resolução aprovada no Senado, o democrata Joseph Biden, a teimosia do governo em não incluir alemães e franceses no Iraque pós-guerra "continua fazendo dos americanos um alvo".

Ataques

Em seu depoimento poucos dias depois de deixar o cargo de comandante militar no Iraque, Franks disse que os ataques contra soldados americanos continuarão.

Ele disse também que o número de militares americanos no país não deve ser reduzido dos atuais quase 150 mil até algum momento no ano que vem.

De acordo com o general Franks, os soldados americanos encontram pela frente de 10 a 25 ataques diários de iraquianos.

Apesar disso, o general rejeitou o termo "guerrilha" para a resistência encontrada pelos Estados Unidos.

Pelo menos 31 soldados americanos morreram desde que o presidente Bush declarou o fim das hostilidades no Iraque, em maio.

Nesta quinta-feira, pela primeira vez, Bush admitiu que ainda existe um problema de segurança para os soldados americanos no Iraque.

Em viagem pela África, o presidente americano afirmou: "Não há dúvidas de que temos um problema de segurança no Iraque e teremos que lidar com isso pessoalmente".

O presidente americano completou: "No entanto, nós teremos que ficar".

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