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Atualizado às: 27 de junho, 2003 - Publicado às 02h57 GMT - 23h57 (Brasília)
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Bush pede renúncia do presidente da Libéria
Guerra civil não poupa nem as crianças
Guerra civil não poupa nem as crianças

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, pediu ao líder liberiano, Charles Taylor, que renuncie ao cargo para evitar mais derramamento de sangue no país africano.

Bush disse que os Estados Unidos apoiaram conversações de paz entre os rebeldes do grupo Liberianos Unidos pela Reconciliação e a Democracia (Lurd) e o governo.

As negociações, no entanto, fracassaram após a retomada de combates entre as duas partes pelo controle da capital Monróvia.

Nesta quarta-feira, o ministério da Saúde liberiano afirmou que pelo menos 200 civis morreram e mil ficaram feridos no confronto entre tropas do governo e rebeldes do Lurd, em Monróvia.

Fuga

Os necrotérios na capital liberiana estariam lotados e milhares de pessoas vivendo nas ruas depois de abandonar suas casas por causa do conflito.

Algumas delas estão tentando entrar nos prédios da embaixada dos Estados Unidos, onde, segundo o ministério da Saúde da Libéria, pelo menos nove pessoas morreram na quarta-feira depois que um míssil atingiu o edifício.

Correspondentes, em Monróvia, dizem que a situação já está mais calma na cidade, apesar de não haver sinal concreto de recuo dos rebeldes, como afirma o governo.

Muitas lojas na região portuária foram saqueadas, inclusive o depósito da Cruz Vermelha. Os rebeldes querem depor o presidente Charles Taylor, mas ele diz que vai lutar até a morte para se manter no poder.

Saques

Os choques entre os membros da Lurd e soldados do governo estão se concentrando na zona portuária e nos subúrbios ao norte de Monróvia.

O centro da cidade, outro alvo de bombardeios, está praticamente deserto.

O complexo residencial da embaixada americana, onde centenas de pessoas estão se refugiando dos choques, também foi atacado.

O correspondente da BBC Jonathan Paye-Layleh disse que pelo menos três tiros de morteiro ou foguetes atingiram o complexo.

Diplomatas americanos teriam dito que pelo menos três pessoas teriam morrido e, segundo Paye-Layleh, oito pessoas ficaram feridas.

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