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Zona do euro não crescerá mais do que 1% em 2003 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os 12 países que fazem parte da zona do euro estão com problemas econômicos maiores do que se imaginava. O alerta, feito pelo presidente do Banco Central Europeu (BCE), Wim Duisenberg, veio uma semana depois de a instituição ter cortado as taxas de juros em meio ponto percentual, para 2%, diante de temores de deflação e de recessão renovada. Agora, em sua aparição trimestral diante do Parlamento europeu, Duisenberg reavaliou para menos a previsão de crescimento para os países da zona do euro. De 2%, essa taxa vai variar de 0,4% a 1% em 2003. "O crescimento econômico na primeira metade de 2003 deve ser menor, bem menor, e expectativas para o crescimento médio anual para este ano e 2004 tiveram que ser reavaliadas para menos", disse ele a um comitê do Parlamento europeu. Cortes nos juros As notícias aumentam a probabilidade de que a taxa de juros na Europa sofra novos cortes. O Banco Central Europeu tem como uma de suas principais metas combater a inflação. Segundo Duisenberg, a inflação já diminuiu significativamente, aumentando a preocupação de alguns economistas, que temem que os preços comecem a cair, prejudicando o investimento e levando a um crescimento ainda menor. Para 2003, os preços devem se comportar como o previsto, de acordo com Duinsenberg. Mas em 2004 deve haver uma forte queda da inflação. |
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