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Jovens entraram em confronto com a polícia pelo segundo dia nesta terça-feira em Nanterre, um subúrbio de Paris.
Manifestantes quebraram vidraças e a polícia atirou bombas de gás lacrimogêneo contra a multidão.
Desde junho, já foram organizados seis dias de protestos contra as reformas no sistema previdenciário propostas pelo presidente Nicolas Sarkozy.
Na segunda-feira, pequenos grupos atearam fogo a carros e enfrentaram a polícia perto de escolas.
Em Le Mans, uma escola chegou a ser incendiada, mas não se sabe se o ataque tem relação com os protestos.
Mudanças
O Senado francês deve votar a lei da Previdência ainda nesta semana.
Entre as mudanças propostas estão a elevação da idade mínima para aposentadoria de 60 para 62 anos e de 65 para 67 anos a idade para o recebimento de aposentadoria pública total.
Na segunda-feira, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, afirmou que não abrirá mão da reforma, mesmo com a escalada dos protestos e com a ameaça de falta de combustível em todo o país por conta de bloqueios a refinarias.
Essa reforma é essencial e a França irá implementá-la, disse Sarkozy.
Mas é perfeitamente normal que haja preocupação e oposição em relação a ela.
O projeto é considerado altamente impopular entre o público francês, e senadores de esquerda apresentaram centenas de emendas em uma tentativa de atrasar a votação.
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