O concurso Nikon Small World premiou os dez melhores trabalhos em microfotografia - de um total de cerca de 2 mil fotografias submetidas de várias partes do mundo.
O primeiro lugar ficou com Heiti Paves, da Universidade de Tecnologia de Tallinn, na Estônia. Sua foto mostra detalhe da planta herbácea Arabidopsis thaliana.
O concurso também premiou um brasileiro, Bruno Vellutini, do Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo (USP), que ficou em quinto lugar com a microfotografia da superfície oral de uma estrela do mar.
O concurso Nikon Small World, realizado anualmente, é considerado a maior competição mundial de microfotografia.
O concurso foi criado em 1974 para premiar as melhores fotos tiradas com a ajuda de um microscópio.
As principais imagens vão ser incluídas em um calendário e exibidas em uma mostra itinerante nos Estados Unidos.

O concurso Nikon Small World premia microfotografias. Acima, a vencedora, foto da planta 'Arabidopsis thaliana', tirada por Heiti Pavez, da Universidade de Tecnologia da Estônia.

O concurso é aberto a candidatos do mundo todo. O segundo lugar, acima, ficou com Gerd Guenther, de Dusseldorf, com a foto da haste da flor da 'Sonchus asper', ampliada 150 vezes.

O Nikon Small World é realizado desde 1974. Acima, o terceiro lugar, foto de Pedro Barrios-Perez de emulsão usada na fabricação de semicondutores, com ampliação de 200 vezes.

O concurso premiou microfotografias da natureza e de elementos químicos. Acima, o quarto lugar, foto de James Hayden do ovário de um peixe-diabo, ampliado quatro vezes.

Vários brasileiros também se inscreveram. E o melhor resultado foi o quinto lugar de Bruno Vellutini, da USP, com a foto da superfície oral de uma estrela do mar, numa ampliação de 40 vezes.

O concurso foi criado para premiar melhores fotos tiradas com a ajuda de um microscópio. Acima, o sexto lugar, as escamas de peixe, ampliadas 20 vezes, foto de Havi Sarfaty.

Cerca de 2 mil fotografias são enviadas todos os anos. Acima, o sétimo lugar. foto do tricoma da espessura de um cabelo em uma trepadeira amarelinha, ampliada 450 vezes, de Shirley Owens.

A foto acima mostra fibras de algodão, ampliadas 200 vezes, e foi feita por Lloyd Donaldson, do Centro de Pesquisas de Biomateriais da Próxima Geração, Nova Zelândia. Garantiu ao cientista o oitavo lugar.

O professor Bernardo Cesare, do Departamento de Geosciência da Universidade de Pádua, conseguiu o nono lugar com esta foto de uma rocha magmática, ampliada cinco vezes.

O décimo lugar foi para a cientista Arlene Wechezak, dos Estados Unidos, com a foto que mostra algas e diatomas, ampliados dez vezes. As principais imagens serão incluídas em um calendário