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Atualizado às: 07 de março, 2005 - 03h08 GMT (00h08 Brasília)
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Pobreza também cresceu, apesar da prosperidade
Qin Guiying e seus netos
Qin Guiying é viúva e vive na província de Ningxia
O chamado "boom econômico" da China – com uma taxa média de crescimento anual do Produto Interno Bruto (PIB) de 9,4% nos últimos 25 anos – também trouxe ao país o aumento da pobreza.

De acordo com o Banco Mundial (Bird), mais de 200 milhões de chineses vivem com menos de US$ 1 (cerca de R$ 2,7) por dia.

Por outro lado, a classe média "inflou", representando um quinto da população do país, e hoje desfruta de um padrão de vida melhor do que no passado.

A China é considerada a sexta maior economia do mundo, mas chega a ser citada até mesmo como a segunda maior, atrás apenas dos Estados Unidos, quando a comparação com o PIB é feita com a paridade do poder de compra, que elimina a flutuação cambial.

Salto

Em 1978, quando o presidente da China Deng Xiaoping iniciou as reformas econômicas no país, o PIB somava US$ 147,3 bilhões.

Em 2003, dois anos após a entrada da China na Organização Mundial do Comércio (OMC), o PIB havia pulado para US$ 1,4 trilhão.

A indústria domina a economia, correspondendo a mais de 50% do PIB. A contribuição da agricultura tem caído desde os anos 80, participando com menos de 15% do PIB.

Mas analistas acreditam que o crescimento da China não é sustentável a longo prazo e que precisa ser contido, preferencialmente, em um “pouso suave”.

O crescimento também trouxe estrago ambientais. O Bird calcula que das 20 cidades mais poluídas do mundo, 16 estariam na China.

Comércio

Um relatório publicado recentemente pelo Earth Policy Institute, um centro de estudos baseado em Washington, apontava a China como o maior consumidor das principais commodities agrícolas e industriais mundiais.

Os chineses teriam se tornado os maiores compradores de grãos, carne, carvão e aço, ficando atrás dos americanos apenas no consumo do petróleo.

Em 2004, a China importou US$ 561,4 bilhões e exportou US$ 561,4 bilhões. Os seus principais parceiros comerciais são seus próprios vizinhos, como o Japão, mas também grandes mercados como os Estados Unidos.

O Brasil ainda tem uma participação tímida nesse comércio. No ano passado, os brasileiros venderam aos chineses US$ 5,4 bilhões, isto é, apenas 0,9% do total do que eles importaram.

Os brasileiros compraram da China US$ 3,7 bilhões ou somente 0,6% do total exportado por eles.

Os Estados Unidos compraram US$ 196,6 bilhões, representando 33% da pauta de exportação da China.

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