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Atualizado às: 25 de setembro, 2006 - 10h43 GMT (07h43 Brasília)
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Petróleo fica abaixo de US$ 60 pela 1ª vez em seis meses
Crise no Oriente Médio fez petróleo atingir recorde de US$ 78 em julho
Uma possível saída para o impasse nuclear iraniano ajudou a derrubar os preços do petróleo para o menor nível em seis meses no mercado internacional.

O petróleo do tipo light foi negociado na Ásia a US$ 59,95, enquanto os contratos do barril do tipo Brent alcançaram US$ 59,75.

Foi a primeira vez que os preços caíram abaixo dos US$ 60, uma "barreira psicológica" superada pelo petróleo Brent em fevereiro, e pelo light em março.

Analistas atribuíram a tendência de baixa no mercado petroleiro a boas notícias do fim de semana.

No domingo, o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, indicou que o Irã poderia iniciar negociações sobre o seu programa nuclear se os Estados Unidos pararem de ameaçar o país com sanções econômicas.

O Irã é o segundo maior produtor de petróleo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

"O mercado está em baixa na medida em que a situação do Irã parece chegar a um entendimento", disse o analista do setor de energia da Mitsubishi Corp., Tony Nunan.

"(Os preços) estão caindo loucamente, e investidores estão garantindo suas posições."

Em julho, o valor do barril de petróleo atingiu o valor recorde de US$ 78.

Estoques

Outro motivo para a queda do preço do petróleo no mercado internacional foi o prospecto de que a produção mundial atenderá sem contratempos à demanda sazonal de combustível nos países do hemisfério norte, à medida que se aproxima o inverno.

"Investidores perceberam que os estoques estão altos neste fim de verão (no hemisfério norte)", disse à agência AP o analista de energia da firma Purvin X Gertz, de Cingapura.

Além disso, o mercado repercute um anúncio feito na sexta-feira pelo British Petroleum.

A companhia britânica disse que iria retomar a extração de petróleo na Baía de Prudhoe, no Alasca americano, depois de obter sinal verde das autoridades americanas para utilizar oleodutos que estavam sob embargo desde agosto.

A petroleira disse que a retomada das operações será feita em uma semana. As atividades acrescentarão 200 mil barris de petróleo aos 250 mil já extraídos da Baía atualmente.

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