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Atualizado às: 27 de fevereiro, 2006 - 18h48 GMT (15h48 Brasília)
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Colômbia e EUA fecham acordo de livre comércio
O presidente americano, George W. Bush, recebe em seu rancho o líder da Colômbia, Álvaro Uribe, em agosto de 2005
Presidente colombiano se envolveu pessoalmente para romper impasse
Após 21 meses de negociação, a Colômbia acertou um acordo de livre comércio com os Estados Unidos.

O acordo final foi fechado durante um encontro no final da noite de domingo, quando as duas partes realizaram concessões que permitiram um entendimento.

Divergências sobre as regras para alguns produtos agrícolas, como açúcar, arroz e aves, estavam bloqueando o acordo.

O diálogo ganhou impulso no início do mês, quando o presidente colombiano, Álvaro Uribe, viajou a Washington para participar pessoalmente das negociações.

Reações

Houve reações diferentes de vários setores econômicos da Colômbia à notícia do acordo.

Parte do grande empresariado aplaudiu o governo, enquanto setores que podem ser diretamente afetados pela entrada de produtos exportados dos Estados Unidos dispararam críticas.

"É um acordo satisfatório, se convertirá numa boa ferramenta de desenvolvimento econômico", disse à agência de notícias Reuters Luis Carlos Villegas, presidente da maior associação empresarial colombiana, a Andi.

Já Luis Eduardo Quintero, da Federação Nacional de Produtores de Cereais, afirmou: "O balanço foi muito negativo para a Colômbia. Para pagar o acesso (aos Estados Unidos) de 50 mil toneladas de açúcar e 4 mil toneladas de tabaco, a Colômbia entregou cerca de 5 milhões de toneladas de produtos (americanos) que entrarão livre de impostos quando o tratado entrar em vigor".

A Colômbia é apenas a mais recente nação sul-americana a firmar um tratado do gênero com os Estados Unidos. Países como o Chile e o Peru – que assinou acordo em dezembro – já haviam feito o mesmo.

Outros países da região, como o Equador, negociam acordos bilaterais com Washington, após as negociações sobre a Alca (Área de Livre Comércio das Américas) terem sido adiadas por tempo indefinido.

Para entrar em vigor, o novo acordo entre colombianos e americanos tem ainda de ser ratificado pelo Congresso dos Estados Unidos e pelo legislativo e a corte constitucional de Bogotá.

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