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Wall Street sofre maiores perdas desde 2003 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O mercado financeiro americano sofreu as maiores perdas em um só dia em quase três anos nesta sexta-feira, eliminando todos os ganhos que havia acumulado em 2006. O principal índice da Bolsa de Nova York, o Dow Jones, despencou 1,96% para 10667 pontos, em meio aos resultados decepcionantes divulgados pela General Electric e pelo Citigroup. Toda empresa representada no Dow registrou queda, à exceção do McDonald's, cujas ações subiram 1,9%. O Standard & Poor's 500 e o Nasdaq, que reúne ações de empresas de tecnologia, também fecharam o dia em acentuada baixa. No caso do Nasdaq, a queda de 2,35%, foi a maior desde agosto de 2004. Foi o pior dia na Bolsa de Nova York desde 24 de março de 2003. As ações haviam se recuperado na quinta-feira, depois de terem caído por causa do fechamento antecipado da Bolsa de Tóquio motivado por um excesso de transações. Mas um aumento nos preços do petróleo em Nova York voltou a pressionar o mercado nesta sexta-feira. O barril mais negociado, com entrega em fevereiro, fechou em US$ 68,35, um aumento de US$ 1,52, no que analistas atribuíram a problemas de distribuição na Nigéria e a instabilidades políticas, como a crise em torno do programa nuclear iraniano e as supostas ameaças de atentados da Al-Qaeda nos Estados Unidos. No início do mês, o Dow Jones havia fechado acima de 11 mil pontos pela primeira vez desde os ataques de 11 de setembro de 2001. |
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